Visão espiritual sobre “O Hobbit”

Escrito por Eduardo Gabriel on . Categorias: Blog, Notícias

Acho que não é exagero reafirmar que esse é o filme mais esperado do ano. Principalmente por nós espiritualistas que concebemos um vasto universo ao nosso redor.

Para mim – Eduardo Gabriel – tem “algo de especial” nesse filme e não é pelo fato de ser baixinho. É pelo fato que trabalho muito intensamente com a Magia Nórdica e, por isso sou um apaixonado por tudo que envolve o tema.

Para quem não sabe Tolkien – autor de Senhor dos Anéis, O Hobbit e vários outros títulos – possuía um grande fascínio pela mitologia nórdica. E no livro e filme O Hobbit podemos ver isso com grande clareza. O ponto mais comum é o dragão Smaug, que dentro da história de Tolkien é um ladrão de tesouros. Na mitologia nórdica existe um dragão chamado Fafnir e este também é um ladrão de tesouros, provavelmente serviu como inspiração e base para Tolkien, já que é o centro de toda a história.

Mas analisando do ponto de vista espiritual, podemos notar que Tolkien realmente possuía uma conexão. Um dos grandes pontos de suas obras em minha opinião é a forma como ele distingue uma raça das outras. No Hobbit ele prestou um grande auxílio[more…]. Primeiramente por enriquecer os anões enquanto uma classe de ser. Notamos nessa história que esses anões citados nas histórias não são seres-humanos que nasceram com alguma deficiência, mas sim, uma classe de ser diferenciada com uma energias e aspectos diferenciados. Algo que tenho como um grande feito, principalmente para desfazer uma grande confusão que pode acabar acontecendo aos iniciantes no estudo dos contos medievais nórdicos.

Outro ponto importante de Tolkien foi a criação da raça Hobbit. Creio que a criação dessa raça foi uma separação de características. Em algumas interpretações dos contos nórdicos há uma grande confusão entre a interpretação de elfos e anões. Alguns autores como William Shakespeare interpretava esses seres como seres pequenos e feios e chamava-os a todos de elfos. O que Tolkien fez foi muito grandioso, ele com uma audácia fora dos padrões separou um do outro, começando principalmente por anões e elfos. Interpretando os elfos mais a imagem do Deus Freyr – o senhor dos elfos. Os anões já assumem uma característica mais rústica, porém mantém ligados a eles a forja e as riquezas. Para completar, deixou os Hobbits como um ponto intermédio, seres magros e pequenos com características muito interessantes.

Essa separação é muito importante para nós. Graças a ela é que muitos surgiram com a ideia – em minha opinião correcta – de elfos esguios e belos, assim como anões troncudos e rústicos.

O fato é que amo o livro e recomendo profundamente que assistam ao filme. Se este for 10% do livro, já será o melhor filme dos últimos anos!

Observem o filme com olhos atentos, creio que a maioria concordará no meu ponto de vista: “Tolkien era médium psicógrafo e não sabia”!

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Eduardo Gabriel

“Tutor da Magia Nórdica, Eduardo Gabriel é médium psicografo desde 2003 quando começou a escrever sobre Magias. Ministra cursos na Europa e Brasil, visando sempre o desenvolvimento pessoal e espiritual de seus iniciados, assim como a multiplicação dos benefícios causados pelas Magias Mitológicas.”

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