Símbolos – Caveiras Parte I

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Matérias

Algo notável e que vemos que é o divisor de águas. O entendimento quanto aos símbolos é uma das principais diferenças das práticas espirituais ou religiosas naturais para as mentais.

Cultos mentais são os cultos adoradores de uma força que não possui forma. Ou seja, não é difícil entendermos que qualquer símbolo para os seus praticantes são vistos como “algo das trevas”. E como a vida é toda composta de símbolos notamos que uma espécie de lacuna é criada, pois os processos naturais acabam por serem mal interpretados ou temidos pelos mesmos.

Já os praticantes de cultos naturais lidam melhor com a situação. Acostumados a enxergarem a Suprema Força Criadora em tudo e todos, são os curiosos da simbologia e a sua abertura consciêncial permite-lhes entender as simbologias que a vida apresenta.

Um dos símbolos mais mal interpretados é símbolo da Caveira. É muito temido por

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Com os Deuses

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

Quando usamos o termo “Deuses” a maioria das pessoas se choca. Algumas perguntam, “mas não existe apenas um”?

Outras, nem se dão o trabalho. Logo realizem em simultâneo julgamento e condenação. Para essas pessoas logo nos tornamos pecadores. Seres erróneos condenados a uma eternidade de sofrimento.

Ao primeiro tipo de pessoa uma boa explicação é sempre bem vinda.

Cremos que exista sim, uma força criadora magnânima. Mas acreditamos em um universo espiralado e cíclico onde inicio e fim se perde facilmente. Essa força esta presente em tudo! Principalmente em nós. Porém todo um “caminho” é percorrido até que ela a nós chegue.

Cada sentido, sentimento, habilidade, etc, também possui uma origem divina. Essa, já uma nova faceta da

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Amigos espirituais

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

No decorrer de séculos e séculos de existência humana, nós como espíritos imortais já encarnamos e desencarnamos incontáveis vezes. Nas mais variadas regiões, religiões, culturas, povos e assim adiante. Carregamos uma vasta bagagem de vivência e no fundo todos somos eruditos.

E qual seria a validade disso tudo? Não temos acesso livre a estas vivências ou – directamente falando – ao conhecimento adquirido nelas.

Muitos vão sugerir que para isso se recorra a processos de regressão espiritual, para assim poder de alguma forma reviver algo ou algum aspecto que seja necessário como aprendizado. Será esse o único caminho?

As técnicas de regressões – quando aplicadas por pessoas sérias e fiáveis – são espantosamente benéficas. Nos auxiliam a entender determinadas situações vivenciadas na actual encarnação e até o

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A liberdade da Magia

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Blog, Ensinamentos, Matérias

Saudações! Algo que me alegra muito é ver como as pessoas que possuem recursos magísticos são mais independentes e corajosas.

Muitas religiões antigas se impuseram através do medo. Nossos antepassados não tinham um conhecimento científico, visto de nossa actual perspectiva, tendo a religiosidade como única via para sanar as suas dúvidas.

A ciência foi inúmeras vezes declarada como algo maléfico pela igreja católica, pelo medo de que com o conhecimento o seu poder diminuísse. Pessoas inteligentes, cultas e com conhecimentos são mais difíceis de serem ludibriadas. Têm resistência e quando alguém tenta convence-los de uma realidade, questionam e procuram explicações lógicas para o que esta sendo ensinado, ou algumas vezes até mesmo imposto de forma bruta.

Como sempre digo aos meus alunos, se não conseguem ver coerência em algo, não pratiquem. Esse é o meu

Dragões no mundo e na nossa frente

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

Saudações amigos! Hoje vou comentar um pouco mais sobre um dos assuntos predilecto dos visitantes, iniciados e simpatizantes da Magia Nórdica – Os Dragões.

Dentro da Magia Nórdica os Dragões são seres que evocamos, trabalhamos e interagimos. Hoje explicarei um pouco mais sobre esse contacto. Como um iniciado consegue um contacto mais próximo com os Dragões.

Alguns estudos de física quântica mostram que o ser humano não é capaz de ver aquilo que ele não acredita. Uma história conta que os índios caraíba só foram capazes de ver o navio de Colombo após o xamã se concentrar muito e depois relatar para a tribo. Antes disso, eles visualizavam apenas as ondas que se formavam do casco.

Vamos retroceder no tempo e analisar as antigas civilizações. Todas, ou quase todas, tinham um ser semelhante ao que hoje chamamos de dragões. Seres parecidos com répteis, alados e – na maioria dos mitos – cuspidores de fogo.

O intrigante é que a civilização um pouco mais evoluída nunca conseguiu comprovar a existência de

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Sobre a Deusa Iduna

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Matérias

Na oração do ritual com flores evocamos a Deusa Iduna.

Porém poucas pessoas conhecem essa Deusa, menos ainda a cultua.

Na wikipedia temos

Iduna (também conhecida como Idun ou Iðunn) era, na mitologia nórdica, esposa de Bragi e Deusa da poesia. De acordo com o Edda em prosa ela era a guardiã do pomar sagrado cujas maçãs permitem aos Aesir restaurarem a sua juventude pela eternidade. Ela é responsável pela imortalidade dos deuses, fornecendo uma maçã por dia, vinda de seu cofre de madeira de freixo, que mantêm a juventude e força. Na “Altercação de Loki”, das baladas édicas, ela é acusada de adultério pelo perverso Loki[1]: “Idun aperta em seus braços o assassino de seu irmão”. Em outras fontes da Mitologia Nórdica temos o episódio no qual o gigante Tiazi por ela se apaixona, sequestrando-a metamorfoseado em uma águia. Ao que parece, Idun não tinha culto regular entre os nórdicos, era Deusa mais figurativa.

Como já disse aqui algumas vezes, no Templus nós analisamos as qualidades Divinas presentes em

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Plantas e flores nos ambientes

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

Vocês já notaram quantas pessoas não conseguem viver em um ambiente onde não haja plantas ou flores? Esse é mais um hábito antigo que perdura pelos tempos. Habito de origem pagã e com um fundo profundamente magístico.

Com a evolução, o ser humano foi afastando-se de pouco em pouco da natureza. Ao se aperceber que esse afastamento estava ocorrendo – ou até mesmo antes disso – iniciamos o hábito de trazer esses elementos para o nosso lar.

Na verdade, existem evidências milenares de que na antiguidade os sacerdotes e sacerdotisas trabalhavam com muita intensidade a natureza vegetal. Preparar poções, chás, unguentos, remédios e uma infinidade de outras soluções para as pessoas que os procuravam em busca de auxílio.

Além disso também sabiam e acreditavam que os Deuses são a natureza. E com a construção de Templos a fundamentação das energias Divinas era realizada com

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Ideologia básica do Templus

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Matérias

Brasão Templus ™Nesta matéria iniciarei uma explicação sobre as nossas crenças básicas, com o tempo vou complementando através de outras matérias, vídeos e podcast’s.

Bem, o principio de nossa crença assim como em todas as religiões e meios espiritualistas é uma Força incriável que denominamos Supremo Criador do Universo, ou simplesmente Supremo Criador.

Através dele tudo flui, tudo se forma e se constrói, porém não temos um conceito “interior-exterior Divino”, acreditamos que a força criadora é o todo e esta no todo, inclusive na individualidade do ser humano e no livre arbítrio – mas este deixaremos para uma matéria posterior, merece um cuidado especial para ser comentado.

Estamos dentro de um conceito universalista. Acreditamos que todas as religiões são um caminho para o Criador. Porém respeitamos a individualidade de cada religião e seu sistema de crenças, cultos e liturgia.

Cada religião foi inspirada por poderes espirituais manifestados através de um ou uma egrégora de espíritos para um humano. Dentro disso compreendemos a religião é dotada de dogmas e conceitos aplicáveis para determinado povo em determinada época e que com o tempo as informações tem de ser novamente interpretadas, mantendo o conteúdo mais profundo, iniciático, para que continue beneficiando os adeptos mais atuais. O conteúdo inicial da maioria de cultos e religiões com princípios divinos é quase eterno, basta que saibamos como interpretá-los.

O Templus tem essa missão. Resgatar conteúdos riquíssimos de antigas mitologias e colocá-los de forma clara, objectiva e actual. Mesmo que as antigas mitologias em determinado ponto tenha sido deturpada com ritualísticas que chamamos de “invertidas” devemos conhecer o seu principio divino e resgata-lo causando assim um grande bem ao poder cultuado, à nós e aos nossos semelhantes que somos beneficiados das graças manifestadas por esses poderes.

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Anões segundo a Magia Nórdica

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Magia Nórdica, Matérias

Os anões são os Senhores da Forja. Na Mitologia Nórdica a maioria das Armas Mitológicas – senão todas – foram forjadas pelos anões. Por serem ligados ao elemento mineral é Natural que possuam uma habilidade nata para isso, sendo verdadeiros mestres da forja.

Mas para se forjar é preciso ter a matéria prima, no caso minérios, para que uma boa obra possa ser feita. É aí que encontramos outra especialidade dos anões, a da mineração.

Através destas características podemos chegar a o campo onde estes seres atuam que é amplo. Um deles é o do bom funcionamento do corpo. O organismo do encarnado possui uma quantidade, mesmo que pequena, de minérios. Estes são fundamentais para o bom funcionamento do corpo, e quando estes se desequilibram o ser pode ter mudanças comportamentais bruscas, tornando o ser mal humorado ou até mesmo depressivo. Os anões atuam nesse sentido, auxiliando o bom funcionamento e equilibrando os minérios e hormônios, outro campo destes seres.

Atuam com maestria nessas questões, pois além da capacidade mineradora, nos lembremos da principal característica dos anões, a de serem pequenos. Essa característica nos diz muito a respeito deles, nos mostrando assim que eles possuem habilidades em lidar com coisas pequenas, e como Senhores da Forja, manipulá-las.

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Ents segundo a Magia Nórdica

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Matérias

Os ents são seres da natureza vegetal que se mostram para nós como grandes árvores vivas. São seres calmos e muito ligados ao intelecto, a filosofia e ao conhecimento.

Nos instruem com calma quanto a decisões e nos auxiliam também em estudos. Suas ações magísticas são formidáveis, limpam-nos de todas as impurezas presentes em nossos campos mentais e estabelecem pontos de ligações que nos favorecem intelectualmente à obtenção do sucesso em pontos de difíceis decisões.

Estes seres também se mostram muito prestativos em trabalhos de cura, para todos os tipos de doença, em especial as que afectam a nossa mente de forma directa ou indirecta. Desde um mal que afecta a memória até a mais simplória dor de cabeça, a eficiência destes seres é fantástica. Limpam-nos completamente, envolvendo-nos com a sua aura vegetal-curadora que se adapta a qualquer situação negativa, gerando a cura através das propriedades vegetais que possuem em si.

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