Influências Astrológicas na Escrita

Escrito por Patrícia Ungarelli em . Categorias: Astrologia, Ensinamentos

Influências Astrológicas na EscritaA Astrologia pode ser estudada sob as mais variadas óticas em diversos assuntos, tanto do nosso cotidiano, no dia-a-dia quanto em áreas mais profundas da psique humana. O trabalho do Astrólogo é muito vasto, mas partimos sempre de um ponto bastante comum a todos os estudos, que é a análise do Mapa Natal.
Para exemplificar melhor, o mapa astral é um figura circular, que simbolicamente representa a foto do céu em determinado momento e local, e no caso de uma pessoa, esse momento é o seu nascimento.
A partir daí então, estudamos as diversas influências planetárias na vida da pessoa, entendendo sempre como influências, inclinações e não como determinações fatídicas. Entendemos o mapa astral como um conjunto de potenciais energéticos que nos dá informações e características da vida da pessoa, em diversas áreas da experiencia humana, tais como: personalidade, dinheiro, comunicação, família, amor, trabalho, casamento, sexualidade, desenvolvimento pessoal, carreira, amigos e espiritualidade, assuntos que fazem parte daquilo que chamamos de “casas astrológicas”.
Podemos em qualquer momento estudar um assunto específico, e temos várias ferramentas para fazer, que em linguagem “astrologuês” seria: o planeta referente àquele assunto, a casa que fala sobre o assunto, as correlações com o regente planetário natural daquele assuntos, e todas as relações interplanetárias dos envolvidos, às quais chamamos de aspectos.
Quanto falamos sobre a influência astrológica na escrita, temos Mercúrio como o significador desse assunto, pois ele rege a



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Regência do ano de 2013 – Saturno

Escrito por Patrícia Ungarelli em . Categorias: Astrologia, Ensinamentos, Matérias

saturno regente 2013Quem é esse Mestre das estrelas que domina os céus esse ano? Falar de Saturno, é uma coisa que me dá enorme alegria, contrariando os mais pessimistas ou aqueles com a visão de Saturno mais medieval: o temido, o maléfico, o cruel, o cético e insensível! Será?

Saturno, o Senhor do Carma, aquele com o qual não se negocia, aquele que tem a retidão na formação básica da sua energia, aquele que cobra, audita, estrutura e disciplina. Aquele que nos ensina sobre os limites da matéria, aquele que nos aprisiona para que estejamos mais fortes e seguros nos próximos passos pela vida. Não brinque com ele, aprenda com ele. Não o desafie, irá perder com toda a certeza.

Ter um ano na regência desse amado planeta é ter a certeza que será um ano de reestruturações, de muita disciplina, e talvez um pouco duro e pesado. Mas qual é a forma mais certa de aprender senão da forma Saturnina? Pelo menos temos a certeza do eficiente resultado com ele. Lógico que o ser humano não gosta muito, é só ver como reagimos à austeridade, a medidas corretivas e disciplinadoras, a limitações de todos os tipos. Reagimos projetando no outro a “culpa”, projetando no governo, no marido, na mulher, nas relações, no professor, no padre e por aí vai. Em nenhum momento olhamos nós mesmos e nos perguntamos: o que devemos aprender com essa limitação?

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Sobre as Valquírias

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Magias e Rituais

Segundo a Mitologia Nórdica eram as guerreiras de Odin. Possuíam a missão de recolher os soldados mais valentes mortos em batalha e lavá-los ao Valhala, lugar onde habitavam os Deuses.

Na mitologia nórdica as Valquírias são guerreiras determinadas que levam os bons combatentes para o Valhalla. Palácio onde serão bem recebido e terão direito a muita bebida e comida! Lá eles irão aguardar pelo Ragnarok – batalha do fim dos tempos – onde lutarão ao lado de Odin.

As valquírias como guerreiras tinham o poder de o lado que escolhessem em uma batalha certamente ser o vencedor. Se mostram como guerreiras indomáveis montadas em cavalos alados.

Espiritualmente pertencem a uma realidade que é totalmente feminina. Possuem o poder de equilibrar a nossa energia espiritual trazendo a harmonia de outros planos divinos. São mantenedoras do nosso padrão energético, e nos concedem exatamente a energia que necessitamos para o nosso espírito, ou retiram as que o afetam.

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Sobre os Altares

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Matérias

Altar de Dragões

Na espiritualidade somos livres. Podemos cultuar Buda, Odin, Krishna, Jesus, Zeus, Oxalá e assim por diante. As religiões mais voltadas a natureza “permitem” um culto amplo.

No Templus – que não é exatamente uma religião – não somos diferentes. Não temos dogmas, sensos extremos, ou coisa do género. Nossa própria base é entendermos a multiplicidade da “Suprema Força Criadora”. E entendermos, inclusive, que ela se manifesta em diversos pontos do globo através de Deuses, divindades, Heróis – tal como Jesus e Siegfried – e muitas outras figuras simbólicas.

Cada um de nós possui uma essência que é composta por vários desses “pequenos pedaços” do Supremo Criador. E muitas vezes buscamos

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Símbolos – Caveiras Parte II

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Matérias

Se ainda não leu a parte I, leia clicando aqui.

Saindo um pouco do tema morte, vamos explorar os outros aspectos que o símbolo da caveira nos trás. Enquanto nós estamos encarnados apesar de não ser aparente a caveira esta presente em nosso corpo. Alias, se não fosse a caveira (ossos) nosso corpo não passaria de uma grande “gelatina”. A caveira é a nossa base, nossa sustentação. O ossos são um dos mais duros tecidos do corpo humano, sendo o dente – que também compõe o que chamamos de caveira – o mais duro. O osso é responsável também por proteger quase todos os órgão vitais do ser humano.

Analisando rapidamente já vemos mais algumas características que esse poderoso e Divino símbolo pode nos

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Símbolos – Caveiras Parte I

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica, Matérias

Algo notável e que vemos que é o divisor de águas. O entendimento quanto aos símbolos é uma das principais diferenças das práticas espirituais ou religiosas naturais para as mentais.

Cultos mentais são os cultos adoradores de uma força que não possui forma. Ou seja, não é difícil entendermos que qualquer símbolo para os seus praticantes são vistos como “algo das trevas”. E como a vida é toda composta de símbolos notamos que uma espécie de lacuna é criada, pois os processos naturais acabam por serem mal interpretados ou temidos pelos mesmos.

Já os praticantes de cultos naturais lidam melhor com a situação. Acostumados a enxergarem a Suprema Força Criadora em tudo e todos, são os curiosos da simbologia e a sua abertura consciêncial permite-lhes entender as simbologias que a vida apresenta.

Um dos símbolos mais mal interpretados é símbolo da Caveira. É muito temido por

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Com os Deuses

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

Quando usamos o termo “Deuses” a maioria das pessoas se choca. Algumas perguntam, “mas não existe apenas um”?

Outras, nem se dão o trabalho. Logo realizem em simultâneo julgamento e condenação. Para essas pessoas logo nos tornamos pecadores. Seres erróneos condenados a uma eternidade de sofrimento.

Ao primeiro tipo de pessoa uma boa explicação é sempre bem vinda.

Cremos que exista sim, uma força criadora magnânima. Mas acreditamos em um universo espiralado e cíclico onde inicio e fim se perde facilmente. Essa força esta presente em tudo! Principalmente em nós. Porém todo um “caminho” é percorrido até que ela a nós chegue.

Cada sentido, sentimento, habilidade, etc, também possui uma origem divina. Essa, já uma nova faceta da

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Amigos espirituais

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Matérias

No decorrer de séculos e séculos de existência humana, nós como espíritos imortais já encarnamos e desencarnamos incontáveis vezes. Nas mais variadas regiões, religiões, culturas, povos e assim adiante. Carregamos uma vasta bagagem de vivência e no fundo todos somos eruditos.

E qual seria a validade disso tudo? Não temos acesso livre a estas vivências ou – directamente falando – ao conhecimento adquirido nelas.

Muitos vão sugerir que para isso se recorra a processos de regressão espiritual, para assim poder de alguma forma reviver algo ou algum aspecto que seja necessário como aprendizado. Será esse o único caminho?

As técnicas de regressões – quando aplicadas por pessoas sérias e fiáveis – são espantosamente benéficas. Nos auxiliam a entender determinadas situações vivenciadas na actual encarnação e até o

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Ser imortal

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Ensinamentos, Magia Nórdica

Algo que admiro muito nas mitologias são os semideuses. Mas o que são os semideuses?

Na Wikipédia temos

Nas mitologias grega e romana, os semideuses eram filhos de deuses com parceiros mortais. Eles normalmente se destacavam por serem mais fortes que os humanos normais. Algumas vezes eram admitidos no Olimpo como imortais, o que é pouquíssimas vezes relatado.

Complemento dizendo que – em muitos casos – para serem aceitos no Olimpo tinham que cometer um acto heróico, algo que os distinguisse como alguém que era mais do que um simples mortal.

Na mitologia nórdica, os guerreiros mais valentes eram seleccionados pelas Valquírias para entrar no Valhala – Palácio dos Deuses na

A liberdade da Magia

Escrito por Eduardo Gabriel em . Categorias: Blog, Ensinamentos, Matérias

Saudações! Algo que me alegra muito é ver como as pessoas que possuem recursos magísticos são mais independentes e corajosas.

Muitas religiões antigas se impuseram através do medo. Nossos antepassados não tinham um conhecimento científico, visto de nossa actual perspectiva, tendo a religiosidade como única via para sanar as suas dúvidas.

A ciência foi inúmeras vezes declarada como algo maléfico pela igreja católica, pelo medo de que com o conhecimento o seu poder diminuísse. Pessoas inteligentes, cultas e com conhecimentos são mais difíceis de serem ludibriadas. Têm resistência e quando alguém tenta convence-los de uma realidade, questionam e procuram explicações lógicas para o que esta sendo ensinado, ou algumas vezes até mesmo imposto de forma bruta.

Como sempre digo aos meus alunos, se não conseguem ver coerência em algo, não pratiquem. Esse é o meu